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		<title>Psicologia e Realidade Virtual</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/psicologia-e-realidade-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 17:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[VR/AR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A realidade virtual (RV) tem se destacado como uma ferramenta inovadora e eficaz no campo da psicoterapia, especialmente no tratamento de transtornos de ansiedade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">A realidade virtual (RV) tem se destacado como uma ferramenta inovadora e eficaz no campo da psicoterapia, especialmente no tratamento de transtornos de ansiedade.<span id="more-3228"></span> Esta tecnologia oferece uma série de benefícios que potencializam os resultados terapêuticos e proporcionam novas possibilidades para os pacientes.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Imersão e Simulação Controlada</strong></p>
<p style="text-align: left;">A RV permite criar ambientes controlados onde o paciente pode ser exposto gradualmente a situações que desencadeiam a ansiedade, de maneira segura e controlada. Esse tipo de exposição é fundamental na terapia de dessensibilização sistemática, ajudando os pacientes a confrontarem seus medos e reduzirem a resposta ansiosa com o tempo. A imersão em cenários realistas facilita a transposição dessas experiências para o mundo real.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Personalização do Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: left;">Com a RV, é possível adaptar os cenários virtuais às necessidades específicas de cada paciente. Os terapeutas podem ajustar a intensidade e a natureza das exposições, criando um plano de tratamento altamente personalizado. Essa flexibilidade é crucial para lidar com diferentes tipos de ansiedade, como fobias específicas, transtorno de ansiedade social e transtorno de pânico.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Monitoramento e Feedback Imediato</strong></p>
<p style="text-align: left;">Durante as sessões de RV, os Psicólogos podem monitorar as reações dos pacientes em tempo real, utilizando sensores e biofeedback. Isso permite uma compreensão mais profunda das respostas fisiológicas e emocionais dos pacientes, possibilitando ajustes imediatos na terapia. O feedback instantâneo ajuda os pacientes a reconhecerem suas reações e a desenvolverem estratégias de enfrentamento mais eficazes.</p>
<p><strong>Acessibilidade e Conveniência</strong></p>
<p>A RV oferece uma alternativa viável para pacientes que têm dificuldade em acessar terapias tradicionais devido a limitações geográficas, físicas ou de mobilidade. Sessões de terapia em realidade virtual podem ser realizadas em consultórios especializados ou até mesmo em casa, com o equipamento adequado, aumentando a acessibilidade ao tratamento.</p>
<p><strong>Engajamento e Motivação</strong></p>
<p>A natureza interativa e envolvente da RV pode aumentar o engajamento dos pacientes na terapia. A experiência imersiva tende a ser mais atraente do que as abordagens terapêuticas convencionais, o que pode levar a uma maior adesão ao tratamento e melhores resultados a longo prazo.</p>
<p><strong>Redução do Estigma</strong></p>
<p>Para alguns pacientes, a ideia de procurar ajuda para problemas de saúde mental pode ser intimidadora. A terapia em RV pode reduzir o estigma associado ao tratamento psicológico, tornando a experiência mais lúdica e menos ameaçadora. Isso pode encorajar mais pessoas a buscar ajuda e a iniciar o tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Inteligência Emocional</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/inteligencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 13:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-ajuda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inteligência Emocional &#8211; Um caminho para se comunicar melhor  A inteligência emocional é a habilidade de reconhecer, compreender e gerenciar as emoções, tanto as nossas quanto as dos outros. Ela envolve a capacidade de lidar efetivamente com as emoções para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Inteligência Emocional &#8211; Um caminho para se comunicar melhor </strong></p>
<p>A inteligência emocional é a habilidade de reconhecer, compreender e gerenciar as emoções, tanto as nossas quanto as dos outros.<span id="more-3031"></span> Ela envolve a capacidade de lidar efetivamente com as emoções para melhorar a comunicação, os relacionamentos e o bem-estar geral. A inteligência emocional nos permite ter uma melhor compreensão de nós mesmos e dos outros, promovendo a comunicação clara, a resolução de conflitos, a empatia e a construção de relacionamentos positivos. É uma habilidade que pode ser desenvolvida e aprimorada com prática e conscientização, trazendo benefícios para diversos aspectos da vida pessoal e profissional.</p>
<p>Trago aqui algumas técnicas que você pode desenvolver e aprimorar para ter uma comunicação assertiva e com menos conflitos 🙂</p>
<ol>
<li aria-level="1"><strong>Autoconsciência</strong>: Esteja ciente das suas próprias emoções, pensamentos e comportamentos durante a comunicação. Reconheça suas emoções e como elas podem influenciar suas interações. Isso ajudará você a se comunicar de forma mais consciente e autêntica.</li>
<li aria-level="1"><strong>Empatia</strong>: Procure compreender as emoções e perspectivas dos outros. Coloque-se no lugar deles e tente ver as coisas do ponto de vista deles. Isso facilitará uma comunicação mais empática e ajudará a construir relacionamentos mais fortes.</li>
<li aria-level="1"><strong>Escuta ativa</strong>: Preste atenção total ao que a outra pessoa está dizendo. Mostre interesse genuíno, faça contato visual, acene com a cabeça para demonstrar que está ouvindo e faça perguntas relevantes para obter mais informações. A escuta ativa fortalece a conexão e a compreensão mútua.</li>
<li aria-level="1"><strong>Regulação emocional</strong>: Aprenda a gerenciar suas emoções durante a comunicação. Evite reagir impulsivamente e tome consciência de como suas emoções podem afetar a conversa. Pratique a calma e a compostura para garantir uma comunicação clara e objetiva.</li>
<li aria-level="1"><strong>Comunicação não verbal</strong>: Reconheça a importância da linguagem corporal, expressões faciais e tom de voz na comunicação. Esteja atento aos sinais não verbais que você e os outros estão enviando. Mantenha uma postura aberta, sorria quando apropriado e use gestos para reforçar sua mensagem.</li>
<li aria-level="1"><strong>Linguagem clara e positiva</strong>: Comunique-se de forma clara, evitando jargões ou termos técnicos quando estiver conversando com pessoas que não estão familiarizadas com eles. Use uma linguagem positiva e evite críticas ou comentários negativos desnecessários.</li>
<li aria-level="1"><strong>Resolução de conflitos</strong>: Utilize a inteligência emocional para lidar com conflitos de maneira construtiva. Pratique a gestão de conflitos com empatia, ouvindo todas as partes envolvidas e procurando soluções que atendam às necessidades de todos.</li>
</ol>
<p>Espero que esse resumo de conceitos da teoria possam ajudar seus relacionamentos e contribuir para seu desenvolvimento pessoal 🙂</p>
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		<item>
		<title>Baixa autoestima, além do espelho</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/baixa-autoestima-alem-do-espelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 23:42:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Estigmas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olhar-se no espelho pode ser um desafio em alguns dias. Muitas pessoas enfrentam esse desafio todos os dias e não apenas com o espelho. Quando falamos de autoestima, podemos considerar um espectro variado de causas e situações que ultrapassam a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Olhar-se no espelho pode ser um desafio em alguns dias. Muitas pessoas enfrentam esse desafio todos os dias e não apenas com o espelho. <span id="more-3010"></span>Quando falamos de autoestima, podemos considerar um espectro variado de causas e situações que ultrapassam a imagem corporal. A autoestima é tudo aquilo que se pensa e sente em relação a si mesmo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode não se sentir suficiente para estar numa relação amorosa ou para manter amizades; sentir-se desinteressante a ponto de não tentar criar novos vínculos, um fardo para aqueles que te cercam, acreditar que não sabe o bastante sobre nada, portanto não pode opinar sem que pensem que você não é inteligente, crê que não tem “a personalidade certa” e portanto nunca irá se encaixar e que seus gostos e preferências não são importantes ou bons o suficiente para compartilhar com alguém. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já sabemos que a estrutura da sociedade em que vivemos se baseia em insatisfação. Levando em consideração também que dentro de recortes da sociedade alguns grupos sofrem com baixa autoestima crônica devida a cor da pele, sexualidade e gênero, por exemplo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na última década, as redes sociais potencializaram todas essas insatisfações. O que estamos consumindo e aceitando como verdade absoluta?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tenho observado, com muita frequência, dentro e fora do consultório, a crença de que para ser feliz precisamos nos encaixar no que está sendo exposto. Personalidades extrovertidas são superestimadas, corpos querem ser transformados, e tudo bem se isso for um desejo genuíno, mas a pergunta é: esse desejo é realmente seu, ou apenas foi colocado na porta da sua casa, você recebeu e tomou para si? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você não pode ser feliz sendo uma pessoa introvertida? Porque seu corpo não pode ser o que você quiser que ele seja? É realmente necessário ler Machado de Assis, Tolstói e saber sobre política para ser inteligente? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São muitos pontos de interrogação porque a intenção do texto não é dar uma receita pronta de como melhorar sua autoestima e sim te perguntar de onde estão vindo essas idéias, se são realmente suas ou postaram que agora é preciso ser assim? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O caminho de gentileza para si mesmo é uma escalada difícil, crescemos sem saber que é possível; só nos ensinam sobre punição e necessidade de adequação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com certeza não nascemos com esses sentimentos, eles são postos como verdades ao longo da vida e nós apenas recebemos de maneira passiva até o dia que decidimos olhar e questioná-los. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se depois dessa análise honesta decidir que mudanças devem ser feitas vá em frente, até porque quando achamos que nos conhecemos o bastante, provavelmente já somos outra versão ainda desconhecida, de nós mesmos. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sintomas do Transtorno do Pânico</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/sintomas-do-transtorno-do-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Ataques de pânico acontecem de forma repentina e intensa com muitos sintomas físicos. Normalmente quem passa pela crise, vivência pensamentos e sensações de quase morte. As pessoas também podem confundir ataques de pânico com o Transtorno do pânico (TP). &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Blog">Os Ataques de pânico acontecem de forma repentina e intensa com muitos sintomas físicos. Normalmente quem passa pela crise, vivência pensamentos e sensações<span id="more-2902"></span> de quase morte.</span></p>
<p>As pessoas também podem confundir ataques de pânico com o Transtorno do pânico (TP). Os Ataques de pânicos acontecem como uma crise de medo e intenso desconforto, e deve ser acompanhado de quatro ou mais sintomas, que se desenvolvem de forma súbita alcançando um pico máximo em 10 minutos, tais como:</p>
<ol>
<li>taquicardia;</li>
<li>sudorese;</li>
<li>tremores;</li>
<li>falta de ar;</li>
<li>sensação de desmaio, náusea, tonturas;</li>
<li>vertigem;</li>
<li>desrealização ou despersonalização;</li>
<li>sensação de descontrole ou de enlouquecer;</li>
<li>medo de morrer;</li>
<li>anestesia ou sensações de formigamento;</li>
<li>calafrios ou ondas de calor.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o diagnóstico de Transtorno do Pânico (TP) acontecer, os ataques devem ocorrer de forma recorrente dentro de um mês, acompanhando preocupação excessiva e medo constante de novas crises; acarretando prejuízos e mudanças comportamentais.</p>
<p>Também é preciso descartar outras problemas de saúde que possam explicar o surgimentos dos sintomas.</p>
<p>O Transtorno de Pânico é mais comum em mulheres e tem forte fator genético. Um familiar de primeiro grau de uma pessoa diagnosticada com TP tem 7 vezes mais chance de desenvolver o transtorno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Possíveis Causas</h2>
<p>Comumente esses ataques estão associados a outros transtornos psiquiátricos de ansiedade e personalidade. Mas também acontecem devido a ocorrência de situações de extremo estresse; que quando não olhadas com a devida atenção podem desencadear os ataques.</p>
<p>Os ataques acontecem porque a região central do cérebro é responsável pelo controle das emoções e da liberação de adrenalina – hormônio que faz com que o organismo se prepare para fugir ou lutar diante de um perigo. No transtorno do pânico, esse “alarme” cerebral dispara sem que haja um perigo real, provocando a sensação de medo e mal-estar intenso.</p>
<p>É comum as pessoas com TP se preocuparem em ter problemas de saúde graves como: ter um infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral ou morrer. Então, buscam ajuda médica e exames com mais frequência do que as pessoas que sofrem com outros Transtornos de ansiedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Os ataques de pânico em curso são controlados com tranquilizantes da classe dos benzodiazepínicos (por exemplo, o diazepam), sempre receitados e administrados por um médico. Também podem ser tratados com antidepressivos e ansiolíticos, mas o tratamento deve ser feito por um Psiquiatra.</p>
<p>O tratamento medicamentoso pode ser combinado com o Psicológico, que vai depender da abordagem terapêutica.</p>
<p>Dentro da TCC normalmente o trabalho consiste em análise topográfica das crises, técnicas de relaxamento, enfrentamento e reestruturação cognitiva.</p>
<p>Acesse <a href="https://psicologalopes.com.br/tratamento-do-panico-pela-tcc/">tratamento do Pânico dentro da Terapia Cognitivo-Comportamental</a> para saber mais sobre o tratamento pela TCC.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento do Pânico Pela TCC</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/tratamento-do-panico-pela-tcc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 19:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Síndromes]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Terapia Cognitivo-Comportamental conta com a estruturação das sessões; e para o tratamento do Pânico não é diferente. Sendo uma abordagem dinâmica, tanto a Psicóloga quanto o cliente tem papéis ativos dentro do processo.  Inicialmente é realizada uma Psicoeducação sobre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Terapia Cognitivo-Comportamental conta com a estruturação das sessões; e para o tratamento do Pânico não é diferente. Sendo uma abordagem dinâmica, tanto a Psicóloga quanto o<span id="more-2930"></span> cliente tem papéis ativos dentro do processo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente é realizada uma Psicoeducação sobre o que é Transtorno do Pânico; é importante que o cliente entenda o que está acontecendo com sua mente e corpo e também o ciclo que leva aos ataques. Juntamente o cliente deve aprender sobre as reações corporais aos ataques; quais são suas reações de emergência. Entendendo o ciclo e como ele funciona, é possível começar a traçar formas de lidar e controlar as crises.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante para a pessoa que sofre com o Transtorno de Pânico que realize atividades que relaxem fisicamente seu corpo. Dentro da Terapia Cognitivo Comportamental existem técnicas de relaxamento que auxiliam em diversas crises de ansiedade, inclusive o pânico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os pensamentos e crenças catastróficos é realizada uma reestruturação cognitiva; que pode analisar a validade dessas crenças, entender a intensidade e como elas contribuem para a progressão dos ataques. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Técnicas de exposição que podem fazer parte do processo:</h2>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">1. Exposição interoceptiva: </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a exposição interoceptiva os pacientes submetem-se a uma exposição gradual para sentirem-se confortáveis com as sensações. Essa exposição é feita por meio da provocação intencional dos sintomas utilizando-se de exercícios físicos. Pode ser uma preparação para a exposição in vivo. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="font-weight: 400;">2. Exposição in vivo</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição in vivo é a principal intervenção aplicada para superar a evitação agorafóbica. Para planejar a exposição in vivo, o cliente deve fazer uma lista de lugares ou situações que evitou devido aos medos, e também registrar o nível de ansiedade e os pensamentos automáticos que surgem nessas situações. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Outras técnicas também utilizadas:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="font-weight: 400;">&#8211;  Mindfulness (Atenção Plena): </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode-se descrever Mindfulness como uma prática de consciência plena; que busca a vivência do aqui e agora sem julgamentos. Sentir e entender o que está acontecendo com sua mente e corpo sem preconceitos ou fuga. Essa prática pode ser uma ferramenta auxiliar no tratamento do pânico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No mais, é importante que você que sofre com o Transtorno do pânico encare uma tarefa de cada vez. Os resultados podem não surgir da noite para o dia, mas ao alcançar pequenos objetivos diários, você ficará mais próximo do seu objetivo final. </span></p>
<p>Buscar a psicoterapia é o primeiro passo rumo ao equilíbrio. Atendo pela TCC em Arujá e Mogi das Cruzes há alguns anos. <a href="https://psicologalopes.com.br/atendimentos/">Confira meus atendimentos</a> e <a href="https://psicologalopes.com.br/contato/">marque uma consulta</a>. Lembre-se: você não precisa passar por isso sozinho! <strong>♥</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Fonte:</b><span style="font-weight: 400;"> Vencendo o Pânico; Bernard Rangé. &#8211; Terapia cognitivo-comportamental no transtorno de pânico; Gisele Gus Manfro, Elizeth Heldt, Aristides Volpato Cordioli, Michael W Otto; Rev Bras Psiquiatr. 2008. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento da ansiedade pela TCC</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/tratamento-da-ansiedade-pela-tcc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 18:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Terapia Cognitivo-Comportamental possui diversos métodos para o tratamento dos transtornos de ansiedade. Todos seguem estrutura e planejamento, que são pensados a partir de cada caso, considerando suas especificidades. Para a maioria dos transtornos de ansiedade (ex.: fobia simples, fobia &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Blog">A Terapia Cognitivo-Comportamental possui diversos métodos para o tratamento dos transtornos de ansiedade. Todos seguem estrutura e planejamento<span id="more-2817"></span>, que são pensados a partir de cada caso, considerando <strong>suas especificidades</strong>.</span></p>
<p><span class="Blog">Para a maioria dos transtornos de ansiedade (ex.: fobia simples, fobia social, transtorno de pânico, transtorno de estresse pós traumático &#8211; TEPT, transtorno obsessivo-compulsivo &#8211; TOC), o ponto crucial é envolver os clientes em <strong>terapias de exposição</strong> (exposição gradativa a pensamentos e situações que geram a ansiedade). Esses métodos podem ajudá-los a romper com os padrões de evitação e desenvolver habilidades construtivas de enfrentamento.</span></p>
<p><span class="Blog">Podemos elencar três níveis comuns de evitação:</span><br />
&nbsp;</p>
<ol>
<li>O cliente evita total ou parcialmente um objeto ou situação temida;</li>
<li>O cliente utiliza “Comportamentos de segurança” para participar de uma situação temida. Como por exemplo: ficar bêbado ou tomar tranquilizantes para pegar um voo.</li>
<li>O cliente não se envolve em atividades que ajudem a aprender maneiras de enfrentar melhor as situações temidas.</li>
</ol>
<p>&nbsp;<br />
<span class="Blog">A Terapia de exposição pode ser rápida, como no caso do tratamento de fobias simples, porém é comumente utilizada de <strong>forma gradual</strong>; hierarquizando as situações alvos e começando com níveis baixos de dificuldade.</span></p>
<p><span class="Blog">A seguir exponho alguns métodos que auxiliam no processo da Terapia de exposição e também no tratamento de ansiedade generalizada. Estes método podem diminuir as respostas físicas do<strong> Transtorno de pânico</strong> e <strong>ansiedade de desempenho</strong>; corrigir padrões de hiperventilação; aliviar a insônia entre outros sintomas associados à ansiedade.</span><br />
&nbsp;</p>
<ol>
<li>Treinamento de Relaxamento</li>
<li>Imagens mentais Positivas</li>
<li>Retreinamento da respiração</li>
<li>Terapia de exposição (através de experiências ou imaginária)</li>
</ol>
<p>&nbsp;<br />
<span class="Blog">Espero que o conteúdo seja útil para a compreensão do tratamento desse transtorno que na maioria das vezes não é compreendido; mas que gera muitos danos e complicações para a vida de quem convive com ele.</span></p>
<p><span class="Blog">Atendo pela TCC em Arujá e Mogi das Cruzes há alguns anos. <a href="https://psicologalopes.com.br/atendimentos/">Confira meus atendimentos</a> e <a href="https://psicologalopes.com.br/contato/"> marque uma consulta</a>. Lembre-se: você não precisa passar por isso sozinho! ♥</span></p>
<p><strong>Fonte:</strong></p>
<pre>Terapia Cognitivo-Comportamental de alto rendimento para sessões breves; Artmed, 2012.</pre>
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			</item>
		<item>
		<title>Sintomas de ansiedade</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/sintomas-de-ansiedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 17:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Insônia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://psicologalopes.com.br/?p=2811</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é um transtorno muito comum. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com o transtorno. Mesmo com esses &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Blog">A ansiedade é um transtorno muito comum. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo: <strong>18,6 milhões<span id="more-2811"></span> de brasileiros</strong> (9,3% da população) convivem com o transtorno. Mesmo com esses números a maioria das pessoas relutam em buscar ajuda ou entender mais sobre o transtorno; por medo de estereótipos ou falta de acesso aos serviços que cuidam da saúde mental. </span></p>
<p>O DSM V destaca que dentro dos Transtornos de Ansiedade existem várias especificações, como transtorno de <strong>ansiedade de separação</strong>, transtorno de <strong>pânico</strong>, <strong>fobia específica</strong>, transtorno de <strong>ansiedade social</strong> e transtorno de <strong>ansiedade generalizada</strong> (TAG). Dentro de cada especificação, o que vai mudar é o objeto ou a contingência que desperta medo e a ansiedade no indivíduo.</p>
<p>Dentre os sintomas mais comuns da ansiedade estão:</p>
<ol>
<li>Temores excessivos de perigo, prejuízo e/ou vulnerabilidade; por exemplo: em resposta a objetos ou situações como elevadores, dirigir, multidões encontros sociais, gatilhos ou lembretes traumáticos anteriores, não concluir um ritual;</li>
<li>Estimativa aumentada de risco nessas situações;</li>
<li>Estimativa diminuída da capacidade de lidar com essas situações;</li>
<li>Maior atenção e vigilância em relação a ameaças em potencial.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O tratamento do Transtorno de ansiedade pode ser realizado com o trabalho conjunto do Psicólogo e Psiquiatra; ou somente por um desses profissionais. Dependendo da especificação da ansiedade o tratamento medicamentoso também é feito.</p>
<p>O tratamento é mais eficaz quando o indivíduo é acompanhado em Psicoterapia; como por exemplo a <strong>Terapia Cognitivo-comportamental</strong> (TCC) que possui sua eficácia amplamente estudada em artigos científicos e possui altos índices de respostas positivas no tratamento da ansiedade, devido sua abordagem focal. Confira meu artigo sobre a  <a href="https://psicologalopes.com.br/tratamento-da-ansiedade-pela-tcc/">TCC para tratamento da ansiedade</a> para mais informações.<br />
&nbsp;</p>
<h2>Possíveis causas</h2>
<p>As causas podem ser multifacetadas, mas normalmente a ansiedade é desencadeada por: traumas, estresse, genética, doenças físicas e até mesmo a depressão. É comum o paciente alternar entre quadros de ansiedade e <strong>quadros de depressão</strong>.<br />
&nbsp;</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Não existe uma receita de bolo que pode ser seguida e que seja garantida. A seguir uma lista de alguns hábitos que podem auxiliar na prevenção do transtorno:</p>
<ul>
<li>Pratique atividades físicas</li>
<li>Reduza seu estresse diário</li>
<li>Experimente controlar a respiração</li>
<li>Evite pensamentos negativos</li>
<li>Invista em alimentos com triptofano</li>
<li>Tome um chá</li>
<li>Mantenha foco de atenção no presente</li>
<li>Seja mais organizado</li>
<li>Dedique tempo para se cuidar</li>
<li>Cuide bem do seu momento antes de dormir.</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
Para além de hábitos de prevenção a sociedade precisa fazer um movimento de cobranças políticas acerca dos cuidados para saúde mental. Para que mais pessoas tenham acesso à esses cuidados e hábitos também.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Fontes</strong>:</p>
<pre><span style="font-weight: 400;">Revista exame, 2019</span>

<a href="https://exame.com/ciencia/brasil-e-o-pais-mais-ansioso-do-mundo-segundo-a-oms/"><span style="font-weight: 400;">https://exame.com/ciencia/brasil-e-o-pais-mais-ansioso-do-mundo-segundo-a-oms/</span></a>

div12.org, 2020

<a href="https://div12.org/treatment/cognitive-and-behavioral-therapies-for-generalized-anxiety-disorder/"><span style="font-weight: 400;">https://div12.org/treatment/cognitive-and-behavioral-therapies-for-generalized-anxiety-disorder/</span></a></span></pre>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento da Depressão pela TCC</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/tcc-para-tratamento-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 18:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[TCC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns estudos apontam que a pessoa com depressão vivencia um processo de afastamento de metas e de reforços positivos. Pessoas deprimidas sentem-se cansadas e não respondem com a mesmas alegria a atividades que costumavam lhes dar prazer. Além de déficits &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Blog">Alguns estudos apontam que a pessoa com depressão vivencia um processo de afastamento de <strong>metas</strong> e de <strong>reforços positivos</strong>.<span id="more-2789"></span> Pessoas deprimidas sentem-se cansadas e não respondem com a mesmas alegria a atividades que costumavam lhes dar prazer. </p>
<p>Além de déficits comportamentais, a pessoa com depressão demonstra uma série de <strong>respostas emocionais</strong> que, para os amigos, família e colegas de trabalho podem ser aversivas, como por exemplo: não demonstrar um grau normal de reciprocidade, recusar convites, evitar contatos interpessoais etc. Essas respostas emocionais normalmente tem como consequência o isolamento da pessoa, o que pode agravar o quadro depressivo.</p>
<p>O tratamento da depressão a partir da <a href="https://psicologalopes.com.br/atendimentos/">Terapia Cognitivo-Comportamental</a> inicialmente pode ser estruturado para:</p>
<ol>
<li>Aumentar o nível de atividades prazerosas,</li>
<li>Diminuir o tempo em que fica sozinho,</li>
<li>Aumentar o comportamento recíproco nas atividades interpessoais,</li>
<li>Aumentar a capacidade de concluir tarefas trabalhosas ou desafiadoras (por ex: solução de problemas no trabalho e em atividades da vida diária que demandam mais energia).</li>
</ol>
<p>&nbsp;<br />
Para que essas metas sejam alcançadas é importante que o cliente esteja ciente que sua participação é crucial.</p>
<p>Abaixo seguem algumas técnicas que são amplamente utilizadas por Psicólogas da TCC e que possuem suas eficácias <strong>cientificamente comprovadas</strong>.</p>
<ul>
<li>Monitoração do humor e atividades</li>
<li>Ativação Comportamental</li>
<li>Prescrição de tarefas</li>
<li>Ensaio Comportamental</li>
</ul>
<p>&nbsp;<br />
Dentro de cada um desses tópicos existem diversos desdobramentos que podem ser <strong>personalizados</strong> para cada caso. O mais importante é buscar ajuda e evitar que a depressão alcance um nível grave, que pode levar a ideação e comportamentos suicidas.</p>
<p>Atendo pela TCC em Arujá e Mogi das Cruzes há alguns anos. <a href="https://psicologalopes.com.br/atendimentos/">Confira meus atendimentos</a> e <a href="https://psicologalopes.com.br/contato/">marque uma consulta</a>. Lembre-se: você não precisa passar por isso sozinho! <strong>♥</strong></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Será que estou com depressão?</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/sera-que-tenho-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 18:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Estigmas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão infelizmente é uma realidade para muitas pessoas. Apesar de ser um transtorno de humor (estudos indicam que 16% dos brasileiros terão depressão em algum momento da vida), ainda existem muitos obstáculos para discutir o assunto, como por exemplo: &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Blog">A depressão infelizmente é uma realidade para muitas pessoas. Apesar de ser um transtorno de humor<span id="more-2783"></span> (estudos indicam que <strong>16%</strong> dos brasileiros terão depressão em algum momento da vida), ainda existem muitos obstáculos para discutir o assunto, como por exemplo: medo de julgamentos e estigmas. </span></p>
<p>A causa da depressão é multifacetada e para o diagnóstico é preciso haver a escuta das queixas do cliente e a busca por sintomas que podem ou não ser verbalizados. Também é preciso analisar os detalhes clínicos de: <strong>duração</strong>, <strong>persistência</strong> e <strong>abrangência</strong> dos sintomas, <strong>perturbação</strong> do funcionamento psicológico e físico, e possíveis relações com um <strong>fator desencadeante</strong>.</p>
<p>Existem <strong>9 critérios</strong> para depressão, dos quais cinco devem estar presentes. Para firmar um diagnóstico, é necessário que os sintomas estejam presentes por pelo menos<strong> duas semanas</strong>, representem uma alteração em relação ao <strong>funcionamento anterior</strong> e que um deles seja obrigatoriamente (1) <strong>humor deprimido</strong> ou (2) <strong>perda de interesse ou prazer</strong>.</p>
<ol>
<li>Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, conforme indicado por relato subjetivo (p. ex. sente-se triste, vazio ou sem esperança) ou por observação feita por outra pessoa (p. ex., parece choroso) (Nota: em crianças e adolescentes, pode ser humor irritável);</li>
<li>Acentuada diminuição de interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades na maior parte do dia, quase todos os dias;</li>
<li>Perda ou ganho significativo de peso sem estar fazendo dieta (por exemplo, mudança de mais de 5% do peso corporal em menos de um mês) ou redução ou aumento no apetite quase todos os dias. (Nota: em crianças, considerar o insucesso em obter o peso esperado);</li>
<li>Insônia ou sonolência excessiva quase diária;</li>
<li>Agitação ou retardo de movimentos quase todos os dia;</li>
<li>Cansaço ou perda de energia quase todos os dia;</li>
<li>Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inapropriada (que podem ser delirantes) quase todos os dias (não meramente autorrecriminação ou culpa por estar doente).</li>
<li>Capacidade diminuída para pensar ou se concentrar, ou indecisão quase todos os dias (por relato subjetivo ou observação feita por outra pessoa).</li>
<li>Pensamentos recorrentes de morte (não somente medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico, tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Os profissionais da saúde responsáveis pelo tratamento de transtornos de humor e seus desdobramentos são o Psicólogo e o Psiquiatra.</p>
<p>Em alguns casos é preciso o uso de antidepressivos e psicoterapia, em outros, o uso de medicamentos não é necessário. Só é possível saber realizando um acompanhamento com esses profissionais. Cada pessoa é única e o tratamento também precisa ser personalizado.</p>
<p>A Psicoterapia é uma forte aliada no tratamento da depressão. Existem diversas linhas de trabalho, como por exemplo a <strong>Terapia Cognitivo-comportamental</strong> (TCC). A TCC é a linha com mais estudos científicos de eficácia e foi concebida para o tratamento da depressão. Ela tem um processo estruturado que visa a identificação e modificação de pensamentos e comportamentos que são disfuncionais, ou seja, comportamentos que não funcionam de maneira prática e ainda colaboram para um estado de humor deprimido.</p>
<p>Acesse <a href="https://psicologalopes.com.br/tcc-para-tratamento-depressao/">TCC para tratamento da depressão</a> para mais detalhes deste tratamento.<br />
&nbsp;</p>
<h2>Possíveis Causas</h2>
<p>A causa da depressão pode estar associada a diversos fatores, como por exemplo: genética, bioquímica cerebral (deficiência de substâncias cerebrais chamadas neurotransmissores), ambiente estressor ou eventos traumáticos.<br />
&nbsp;</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>No geral um estilo de vida saudável, sem exageros é o mais recomendado para a prevenção da depressão. Portanto é importante rever os <strong>hábitos</strong>, buscar <strong>autoconhecimento</strong> e estar envolvido com <strong>atividades prazerosas</strong> que geram bem-estar físico e emocional, como atividades físicas e socialização.</p>
<p>Caso não consiga se imaginar deixando de lado hábitos disfuncionais ou realizando atividades de bem-estar, talvez seja uma boa hora de conversar com alguém sobre. Buscar ajuda é o primeiro passo 😉</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Fontes</strong>: </span></p>
<pre><span style="font-weight: 400;">“Telecondutas” Depressão - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); 2017. </span>

<span style="font-weight: 400;">American Psychiatric Association, 2014.</span></pre>
<p></span> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como traumas de infância afetam o cérebro e o corpo</title>
		<link>https://psicologalopes.com.br/traumas-na-infancia-e-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Lopes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 19:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Síndromes]]></category>
		<category><![CDATA[Trauma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://psicologalopes.com.br/?p=2723</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sabemos que durante a jornada da vida algumas pessoas vivem acontecimentos e traumas que mudam sua relação consigo e com o mundo. Muitos são os questionamentos sobre como lidar com esses problemas emocionais que muitas vezes são crônicos e geram &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://psicologalopes.com.br/traumas-na-infancia-e-saude/">Como traumas de infância afetam o cérebro e o corpo</a> aparece primeiro em <a href="https://psicologalopes.com.br">My Blog</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Blog">Sabemos que durante a jornada da vida algumas pessoas vivem acontecimentos e traumas que mudam sua relação consigo e com o mundo.<br />
<span id="more-2723"></span><br />
Muitos são os questionamentos sobre como lidar com esses problemas emocionais que muitas vezes são crônicos e geram também problemas físicos; acarretando cuidados médicos permanentes.</p>
<p>Mas apenas questionamentos não são suficientes. Pesquisas recentes acerca do tema lançam luz no tratamento e entendimento de como experiências com alta carga de estresse e traumas psicológicos afetam a saúde do corpo.</p>
<p>Em 1995, os médicos Vincent Felitti e Robert Anda iniciaram um <a href="https://www.cdc.gov/violenceprevention/childabuseandneglect/acestudy/index.html?CDC_AA_refVal=https%3A%2F%2Fwww.cdc.gov%2Fviolenceprevention%2Facestudy%2Findex.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">longo estudo epidemiológico</a> em larga escala que investigou a história de 17.000 mil crianças e adolescentes e posteriormente comparou os acontecimentos de infância com os registros médicos dos indivíduos já adultos (estudo finalizado em 2015); analisando como estava a saúde dos mesmos.</p>
<p>Os resultados foram chocantes. Quase ⅔ dos participantes tiveram uma ou mais Experiências Adversas na Infância (EAI). Essas formas de trauma emocional vão além dos desafios cotidianos típicos de crescer e podem incluir experiências como por exemplo: crescer com um pai deprimido ou alcoólico; perder os pais para o divórcio ou outras causas; ou humilhação crônica duradoura, negligência emocional ou abuso sexual ou físico.</p>
<p>O estudo revelou que essas situações predizem a quantidade de cuidado médico necessário na vida adulta.</p>
<ol>
<li>4 ou mais Experiências adversas na infância (EAI): torna-se 2 vezes mais provável a chance de ser diagnosticado com câncer.</li>
<li>Cada EAI que uma mulher tem; o risco de internação por doença autoimune (condição que ocorre quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo por engano. Ou seja, as células acabam agindo contra o próprio organismo). sobe em 20%.</li>
<li>Com uma pontuação de intensidade 4 (de 0 a 10) no EAI o indivíduo tem aproximadamente 5 vezes mais chances de sofrer com depressão em comparação com o resultado 0.</li>
<li>EAI igual ou maior que a pontuação 6 encurta a vida em quase 20 anos.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Porque isso acontece?</h2>
<p>Existe uma correlação entre corpo e mente muito mais profunda do que acredita o senso comum. Neurocientistas estão cada vez mais estudando a conexão cérebro-corpo que antes era inescrutável e quebrando, em nível bioquímico, exatamente como o estresse que enfrentamos quando jovens nos alcança quando adultos, alterando nossos corpos, nossas células e até o DNA.</p>
<p>Algumas dessas descobertas nos obrigam a repensar a maneira em que enxergamos as dores emocionais e físicas e como ambas podem estar interligadas.<br />
&nbsp;</p>
<h3>7 formas com as quais isso pode acontecer</h3>
<ol>
<li>Mudanças na epigenética (mudanças no funcionamento dos genes);</li>
<li>O tamanho e a forma do cérebro;</li>
<li>Sobrecarga nos neurônios que podem gerar neuro-inflamação;</li>
<li>Envelhecimento precoce das células;</li>
<li>Dificuldade de desligar o cérebro;</li>
<li>Caminho do estresse entre cérebro e corpo fica mais eficiente;</li>
<li>Conexão neural mais fraca entre o hipocampo e córtex pré frontal (área responsável por planejamento, pensamento abstrato e lógico).</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como a psicoterapia auxilia nesses problemas</h2>
<p>De acordo com a <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25116690/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">segunda parte deste estudo</a>, a psicoterapia pode auxiliar na recuperação de danos celulares causados pelo estresse traumático alterando até a estrutura do DNA (até mesmo 1 anos após as sessões de psicoterapia).</p>
<p>Isso demonstra que, ao contrário do que muitos acreditam, a Psicoterapia é uma prática com bases e resultados científicos.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<strong>Fonte</strong>: Revista Psychology Today &#8211; 7 Ways That Childhood Adversity Can Affect the Brain; 2015.</span></p>
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